Depois de ter assistido a uma aula de metafísica (Para quem não sabe metafísica é algo que a física não explica. Algo que é impossível provar cientificamente como a criação do universo, Tempo e espaço e... Bom, já explico melhor...), fiquei extremamente puto com o novo conceito que tive do mundo. Passei a dividi-lo em parte concreta e em parte irreal. O único problema foi que a parte irreal destruiu com a parte concreta. Como assim? Vou tentar explicar.
Estava eu e meu amigo (este pretende ser padre quando mais velho) voltando para casa (de ônibus) após a maldita aula de filosofia. Conversando que nem dois malucos sobre o assunto de metafísica, chegamos a conclusão que NADA faz o mínimo sentido.
Quem ou o que pode julgar uma pessoa sobre o que ela fez? Por quê alguém estaria errado pelo que pensa ou pelas atitudes que faz?
Não me conformei com isso. Então pensei que a Sociologia poderia explicar tudo isso. Pensei em normas que a humanidade precisa para se manter em ordem. Pensei na ética.
Não adiantou em porcaria nenhuma. Não deu muito tempo para eu começar a pensar: Mas o que é ordem? Quem deu o conceito de ordem? Não poderia ser de outra maneira?
Quem falou sobre ética? Por que tais atitudes são éticas e outras não?
Eu fui para a escola, estudei matemática ( matéria que não gosto) , para me formar e crescer fazendo muitas coisas da que não gosto , para depois morrer. Passei minha vida estudando e trabalhando e isso não fez o menor sentido, pois no final eu morri fazendo coisas que não gostava. Seria eu um vagabundo louco? MAS O QUE É LOUCURA? O QUE É VAGABUNDICE? Quem deu o conceito a essas palavras e por quê pessoas com certas atitudes são vistas como loucas ou como vagabundas?
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Estava preparando um super tópico, mas ficará para semana que vem por ter um conteúdo muito grande e complexo. Vi uma matéria na SuperInteressante e pensei em postar até que termine o outro tópico.
Então
Boa leitura ( Ou não).
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Para complicar a situação, aparece alguém defendendo a tese de que o que parece absurdo e inevitável para nós pode ser perfeitamente normal para os outros: afinal, se os valores morais variam de povo para povo são diferentes e devem ser respeitados, quem somos nós para julgá-los?
No plano pessoal, a resposta para essas perguntas faz toda a diferença na hora de ajudar ou não um amigo, ser leal ou infiel à namorada, demitir ou dar mais uma chance ao empregado. Até no descontraído futebol com os amigos, seus valores morais estão lá, ajudando-o a decidir se você deve ou não “retribuir” um pontapé desleal. No plano mundial, a existência ou não de uma ética universal define o que são os direitos humanos, como devem ser usadas as inovações científicas e até mesmo o que deve ser entendido como um crime de guerra.
O problema é que esses mesmos laços que unem uma torcida também são usados para agredir a torcida adversária. “É o lado perverso dos valores humanos”, diz Wilson. “A solidariedade dentro do grupo não vale para os grupos de fora.” Cada grupo tenta impor seus valores como os melhores, resistindo a aceitar diferenças de cultura. Se as regras do futebol dão margem para tanta polêmica, imagine o que acontece quando se tenta criar regras de conduta para toda a humanidade.



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1 comentários:
Nossa, fiquei de cara com o tópico 0_0
Eu não conhecia a Metafísica, e fiquei bem confuso, demorou pra por a cabeça no lugar :B
Muito legal, daora
.___.
{o,o}
|)__)
-"--"-
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